Azeite: Um Santo Remédio Contra a Barriga

É isso mesmo!  Azeite: um santo remédio contra a barriga e doenças. Quando você come este alimento uma transformação ocorre no seu organismo, mais precisamente no abdômen: ele impede o depósito de gordura bem ali, na linha da cintura. Parece estranho, já que o alimento é dos mais calóricos (cada grama oferece cerca de 9 calorias). Mas a descoberta é séria: o consumo das azeitonas evita mesmo a barriga indesejada.
Quem assina embaixo são cientistas de diversas universidades europeias. Juntos eles publicaram seu trabalho no periódico Diabetes Care, da Associação Americana de Diabete, em que compararam exames de imagem de voluntários, antes e depois do consumo do óleo. E observaram que esse bom hábito diminuiu os depósitos de gordura no abdômen.

O ideal seria que você consumisse duas colheres de sopa por dia do ingrediente para obter seus benefícios.

 Veja abaixo um artigo do Hospital Albert Einstein muito completo sobre os benefícios do azeite:

Azeite, um aliado do coração

Conhecido há mais de cinco mil anos, o azeite era considerado por Hipócrates, o Pai da Medicina, não só alimento, mas um poderoso remédio. Na época, ele utilizava o óleo para tratar ferimentos e aliviar dores – o que sinalizava uma propriedade anti-inflamatória. Mas, nas últimas décadas, a substância oleosa extraída das azeitonas ganhou o status de aliada do coração.

Os alimentos ricos em gorduras saturadas e trans são altamente prejudiciais porque aumentam as chances do desenvolvimento da aterosclerose: acúmulo de placas de gordura nas artérias do coração e do cérebro, podendo levar a infarto e derrame.

“O consumo de azeite além de ser um santo remédio contra a barriga tem outros benefícios. Ele está associado a baixos níveis de colesterol ruim (LDL), aquele que prejudica o coração”, explica o Dr. Raul Dias Santos, cardiologista, consultor do Centro de Medicina Preventiva Einstein e professor livre docente da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

O azeite também é rico em antioxidantes, como os polifenois, capazes de combater os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento das células. O benefício? Efeito protetor contra uma série de doenças degenerativas, entre as quais a cardíaca.

O consumo de azeite está associado a baixos níveis de colesterol ruim (LDL), aquele que prejudica o coração

Outra vantagem é a grande concentração de gordura monoinsaturada – a mais benéfica para o coração – por capturar o excesso de colesterol ruim em circulação no sangue. Se comparado a outros óleos, o azeite ganha disparado na quantidade dessa gordura: ela é responsável por 77% de sua composição contra 24% presentes no óleo de soja, um dos mais utilizados no Brasil.

Tipo extravirgem: o melhor

O campeão nas vantagens para a saúde é o azeite extravirgem. Pesquisas recentes identificaram mais uma qualidade sua: a possibilidade de aumentar o colesterol bom (HDL).

“As pesquisas mostram que o consumo usual ajuda a equilibrar os níveis de colesterol no sangue, ou seja, enquanto diminui o ruim, aumenta o bom”, explica o Dr. Raul.

“Um atributo importante para determinar a qualidade do azeite é o grau de acidez, considerado um índice de qualidade em legislações como a da ANVISA“, explica Rosana Raele, nutricionista do Centro de Medicina Preventiva Einstein. A relação é simples: quanto menor a acidez, maior a pureza e, por consequência, os benefícios à saúde.

O extravirgem é o mais puro dos azeites, com grau de acidez não superior a 1% para cada 100g. O tipo virgem chega a 2% de acidez por 100g e os que apresentam grau de acidez superior a 2% passaram por mais etapas durante a elaboração e, em geral, são misturados a outros óleos, como o de soja, o que diminuiu sua qualidade.

Consumo diário

Nos países do sul europeu, na região do Mediterrâneo, o azeite é a base da cozinha. Lá, esse ingrediente é utilizado no preparo de toda refeição – que contempla verduras, legumes, frutas e peixes – e não só para temperar as saladas, como acontece no Brasil.

As pesquisas mostram que o consumo usual ajuda a equilibrar os níveis de colesterol no sangue, ou seja, enquanto diminui o ruim, aumenta o bom

“Do ponto de vista médico, essa é a dieta mais saudável por ser livre de gorduras prejudiciais ao organismo e, principalmente, por privilegiar alimentos benéficos como o peixe, o azeite e o vinho”, defende o Dr. Raul. Uma prova disso é a longevidade dos habitantes da região, que ultrapassam os 80 anos com baixos índices de problemas cardíacos.

Nesses países o consumo de azeite equivale a duas colheres de sopa por dia por habitante – que é a recomendação do Food and Drug Administration (FDA), órgão regulamentador americano, do setor alimentício e de medicamentos.

Um dos fatores que colabora para o consumo é a produção local. Boa parte do azeite consumido em todo o mundo vem de países como Espanha, Portugal e Itália. “Como não temos produção nacional, no Brasil o preço é alto e o azeite é deixado em segundo plano no nosso cardápio”, comenta o cardiologista.

Como utilizar

Mas como utilizar o azeite na alimentação? “Uma boa dica é colocá-lo nas preparações frias e nas que têm aquecimento brando, como refogados e ensopados”, ensina a nutricionista Rosana. O ingrediente não deve nunca ficar muito tempo no fogo. “Ao utilizar o azeite para cozinhar, alguns componentes importantes como os antioxidantes podem ser alterados, o que diminui seus benefícios”, completa.”

A quantidade recomendada é de 1 a 2 colheres sopa por dia.

Azeite: um santo remédio contra barriga e doenças!! Inclua na sua alimentação.

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